Gana e Austrália empatam e definição de vagas para o Grupo D fica para última rodada



Gana manteve neste sábado o rótulo de melhor seleção da Copa até o momento. Os africanos empataram com a Austrália por 1 a 1, em Rustemburgo, e assumiram a liderança do Grupo D da Copa do Mundo. Apesar disso, os ganeses deixaram o campo com um gosto ligeiramente amargo na boca. Eles jogaram desde os 25 minutos do primeiro tempo com um homem a mais (o australiano Kewell foi expulso) e não conseguiram buscar o gol da vitória.

Holman abriu o marcador para a Austrália, logo no início, e Asamoah Gyan empatou para os africanos batendo o pênalti que resultou na expulsão de Kewell (o australiano salvou um gol com a mão em cima da linha). Na etapa final, a apatia de Gana foi tamanha que quem criou as melhores chances foram os Socceroos.

Com o resultado, Gana toma o primeiro lugar do Grupo D, com quatro pontos, um a mais que Sérvia e Alemanha. A Austrália segura a lanterna, com um ponto. Na rodada final, quarta-feira, os ganeses só precisam empatar com a Alemanha, no Soccer City, para garantir uma das vagas nas oitavas de final. Aos australianos, resta bater a Sérvia por boa diferença de gols, em Nelspruit, para sonhar com a classificação.

Fonte: Globoesporte.com
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Sem brilho e ainda sem Arjen Robben, Holanda sofre para vencer o Japão



O futebol deve um título à Holanda e a seus gênios do passado. É um débito com uma história de jogo bonito, ofensivo. A conta, sabe-se lá, pode ser paga em 2010, porque o caminho agora está mais aberto para a seleção laranja. Neste sábado, em Durban, mesmo com uma atuação pálida, o time europeu bateu o Japão por 1 a 0, foi a seis pontos, na liderança isolada do Grupo E, e praticamente cravou os dois pés nas oitavas de final da Copa do Mundo da África do Sul. O gol da vitória foi marcado por Sneijder, aos oito minutos no segundo tempo. Em uma falha do goleiro Kawashima.

Mas não foi fácil. Controlada na etapa inicial, a Holanda teve que batalhar para superar a marcação japonesa, sustentada em muita entrega, em correria sem fim. Robben, ainda se recuperando de lesão muscular, não jogou. O ataque, sem ele, teve raros momentos de brilho diante da disciplina defensiva dos asiáticos.

Com o resultado, a Holanda pode garantir classificação matemática ainda neste sábado. Para isso, torce por vitória da Dinamarca ou por empate no jogo entre os nórdicos e Camarões, às 15h30m (de Brasília), em Pretória. Os japoneses, com três pontos, ficam de olho na tabela e voltam a campo na próxima quinta-feira, em Rustemburgo, contra os dinamarqueses. A Holanda, no mesmo dia, duela contra os africanos na Cidade do Cabo.

Fonte: Globoesporte.com
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Vexame Real! Inglaterra empata com a Argélia e se complica



Inglaterra e Argélia machucaram a Jabulani. A bola oficial da Copa do Mundo, que já anda apanhando feio de jogadores e técnicos, passou maus bocados nesta sexta-feira, no Green Point Stadium, na Cidade do Cabo. O jogo, válido pela segunda rodada do Grupo C, terminou num insosso 0 a 0.

Com esse resultado, os Estados Unidos, mesmo sem terem vencido nenhum jogo, seguem em segundo lugar, com dois pontos. Levam a melhor sobre o English Team, que também tem dois, porque marcaram mais gols (3 contra 1). Já a Argélia, que somou seu primeiro ponto no Mundial, é lanterna. A Eslovênia lidera com quatro. Na rodada final, os ingleses têm de derrotar os eslovenos para assegurar uma das vagas do grupo nas oitavas de final.

Fonte: Globoesporte.com
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Jogaço! Estados Unidos reage e empata com a Eslovênia pelo Grupo C



A classificação da Eslovênia para as oitavas de final da Copa do Mundo esteve garantida 69 por minutos, mas os Estados Unidos impediram a festa antecipada do adversário no estádio Ellis Park. No confronto entre o menor e menos populoso país do Mundial, contra o maior e mais populoso entre os 32 participantes, deu empate: 2 a 2. Depois de abrir 2 a 0, gols de Birsa, e Ljubijankic, a seleção eslovena permitiu a reação dos americanos em Joanesburgo, com Donovan e Bradley marcando na segunda etapa. Mo Edu ainda fez o que seria o gol da virada, mas o lance foi estranhamente anulado pelo árbitro Koman Coulibaly, de Mali.

Com este resultado, a seleção europeia soma quatro pontos e continua na liderança do grupo C. O time da Terra do Tio Sam está com dois, ao lado da Inglaterra, enquanto a Argélia tem um. Estes dois últimos empataram sem gols na outra partida do dia.

Na última rodada da chave, a seleção americana enfrenta os argelinos e precisa vencer para não depender do outro duelo. A Eslovênia encara os ingleses e joga por um empate. As duas partidas serão na próxima quarta-feira, às 11h (de Brasília).

Os Estados Unidos, país de mais de 290 milhões de habitantes e 9 milhões de quilômetros quadrados, chegaram badalados após o empate com a Inglaterra por 1 a 1. Já a pequenina Eslovênia, que tem pouco mais de 2 milhões de habitantes e um território de 20 mil quilômetros quadrados, era pouco falada após a vitória apertada diante da Argélia por 1 a 0.

Fonte: Globoesporte.com
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Deu zebra! Sérvia renasce e bate a sensação Alemanha



Sensação na primeira rodada da Copa do Mundo, a Alemanha acabou decepcionando sua torcida nesta sexta-feira ao ser derrotada por 1 a 0 pela Sérvia, na cidade de Porto Elizabeth, em duelo válido pelo Grupo D do torneio. Os germânicos controlaram o jogo, mas acabaram esbarrando em erros individuais de Klose e Podolski. O primeiro foi expulso de maneira boba ainda no primeiro tempo. O segundo desperdiçou um pênalti que, pelo menos, poderia ter empatado o confronto. Sem ter nada a ver com isso, os ex-iugoslavos se aproveitaram da vantagem numérica e conseguiram seus primeiros pontos na competição.

Na última rodada, dia 23, a Alemanha enfrenta Gana, que ainda joga pela segunda rodada diante da Austrália neste sábado. A seleção da Terra dos Cangurus, por sua vez, é adversária da Sérvia no encerramento da primeira fase.

Fonte: Globoesporte.com
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Arriba Mexico! Aztecas vencem e colocam a França a beira da eliminação



Pela primeira vez na história, o México derrotou a França. Nesta quinta-feira, no Estádio Peter Mokaba, em Polokwane, os latino-americanos venceram por 2 a 0, graças gols de Hernández e Blanco, em confronto válido pelo Grupo A da Copa do Mundo da África do Sul.

O triunfo deixa o México com boas chances de classificação às oitavas de final do Mundial. O time chega à última rodada da competição na segunda colocação da chave, com quatro pontos ganhos, e enfrenta o Uruguai, que também soma quatro pontos. Um empate na última partida da primeira fase classifica as duas seleções.

Já a França complica-se na Copa do Mundo. Com apenas um ponto ganho e sem gols marcados em duas partidas disputadas, o time comandado por Raymond Domenech enfrenta a África do Sul, precisando vencer e torcer contra México ou Uruguai para avançar às oitavas de final do Mundial.

O jogo - A partida no Estádio Peter Mokaba começou agitada, bem diferente da tônica da maioria dos jogos da Copa do Mundo. Logo aos três minutos, Giovani dos Santos recebeu bem na esquerda e bateu na trave de Lloris, mas o árbitro já assinalava impedimento do atacante mexicano.

A resposta da França não demorou a acontecer. Anelka recebeu na entrada da área e arriscou o chute, mas mandou para fora. Pouco depois, aos 13 minutos, Ribéry bateu cruzado após cobrança de falta ensaiada, mas ninguém apareceu para completar a jogada.

Ainda no primeiro tempo, o técnico Javier Aguirre foi obrigado a gastar uma de suas substituições. O atacante Vela sentiu uma lesão muscular e saiu para dar lugar a Pablo Barrera. Logo em sua primeira participação no jogo, Barrera dividiu no alto com Lloris e assustou a torcida francesa.

A França voltou para o segundo tempo com Gignac, no lugar de Anelka no comando do ataque, mas a mudança surtiu pouco efeito. A primeira boa chance europeia saiu dos pés do meia Malouda, que bateu para boa defesa de Óscar Perez, aos oito minutos.

O gol mexicano aconteceu aos 19 minutos de jogo. Rafa Márquez lançou Hernandez, que apareceu sozinho dentro da área, driblou com categoria o goleiro Lloris e empurrou a bola para as redes, marcando o gol número 2.100 da história das Copas.

Atrás no placar, a França não demorou a adiantar seu posicionamento em campo e passou a pressionar os mexicanos. O esforço foi em vão: aos 32 minutos, Abidal cometeu pênalti em Barrera. Blanco foi para a cobrança, acertou o canto direito do goleiro francês e sacramentou a vitória do México.

Fonte: Gazetaesportiva.net
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E a primeira vez da Grécia foi na África...



Treinador mais velho na África do Sul-2010, o alemão Otto Rehhagel, de 71 anos, parece predestinado a alcançar feitos importantes pela Grécia. Há seis anos, o comandante levou o país ao inédito título da Eurocopa. Nesta quinta-feira, fez parte do time grego que venceu pela primeira vez em uma Copa do Mundo. A vítima: a Nigéria, derrotada de virada por 2 a 1, no estádio Free State, em Bloemfontein.

Antes da partida, a Grécia nem sequer havia marcado um gol em Mundiais - passou em branco na participação anterior, em 1994. Contudo, Salpingidis e Torosidis fizeram a torcida soltar o grito diante de um rival que atuou com um a menos desde a etapa inicial pela expulsão de Kaita.

O resultado deixa a Argentina na liderança isolada do grupo B (seis pontos) e bem próxima da classificação para as oitavas de final. Os gregos estão com três ao lado da Coreia do Sul. A Nigéria segue sem pontuar. Todos os integrantes da chave permanecem vivos no torneio.

Na última rodada do grupo B, a Grécia decide seu futuro contra a Argentina, em Polokwane. Já a Nigéria encerra a participação na primeira fase diante da Coreia do Sul, em Durban. As partidas estão marcadas para o dia 22 (terça-feira).

O Jogo - A Grécia iniciou o confronto sem demonstrar qualquer evolução em relação à derrota contra a Coreia do Sul. Sem criatividade no meio-campo, a campeã da Europa de 2004 parecia um bando desorganizado. O time do técnico Otto Rehhagel não fazia jus à vaga no Mundial.

A Nigéria, aliás, também estava longe de empolgar. Ainda assim, o time africano aproveitou um lance de sorte para abrir o placar. Na cobrança de falta de Uche na esquerda, aos 16 minutos, Odemwingie encolheu o pescoço e deixou a bola passar direito. O goleiro Tzorvas acabou enganado na jogada.

O monotonia em campo foi encerrada em uma jogada infantil de Kaita. Aos 33 minutos, o meio-campista da Nigéria perdeu a cabeça e tentou agredir Torosidis em uma disputa em que a bola já havia saído de campo. Resultado: cartão vermelho.

O vacilo africano fez a Grécia mudar de postura. O técnico Otto Rehhagel colocou o atacante Samaras na vaga do zagueiro Papadopoulos. O gol de empate quase saiu aos 39 minutos, quando Haruna salvou em cima da linha a finalização do próprio Samaras.

Aos 44 minutos, a Grécia, enfim, empatou. Salpingidis mandou o torpedo de longe e comemorou o desvio de Haruna que matou o goleiro Enyeama. Foi o primeiro gol dos gregos na história do Mundial.

Para o segundo tempo, a Nigéria apostou na ousadia e resolveu medir forças mesmo com um a menos em campo. Os africanos tiveram uma oportunidade incrível de marcar o segundo gol, mas Obasi errou o alvo sem goleiro.

Até na Copa do Mundo, o famoso ditado "quem não faz, toma" não perdoa. A Grécia assegurou a virada aos 26 minutos. Enyeama não conseguiu segurar a bomba de Tziolis e permitiu o gol de Torosidis na sobra. Os gregos foram ao delírio em Bloemfontein.

Fonte: Gazetaesportiva.net
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Higuaín dá show, Argentina goleia Coréia do Sul e se aproxima das oitavas



Ao contrário do sofrimento das Eliminatórias, a Argentina mostra autoridade no grupo B da Copa do Mundo. Liderada por Messi, o melhor do mundo, e o artilheiro Higuain, a equipe de Diego Armando Maradona obteve a segunda vitória no torneio, nesta quinta-feira, diante da Coreia do Sul, uma das sensações da rodada inaugural. O placar de 4 a 1 no estádio Soccer City veio como prêmio ao melhor nível técnico dos sul-americanos.

Habilidoso, Messi mostrou o futebol dos tempos de Barcelona e foi um verdadeiro garçom em campo. Higuain, por sua vez, apresentou seu faro de camisa 9 e assumiu a artilharia do Mundial (três gols).

Com o resultado, a Argentina alcança seis pontos e fica na liderança da chave. Se não houver vencedor na outra partida do grupo, entre Nigéria e Grécia, os hermanos asseguram antecipadamente a vaga nas oitavas de final.

Na última rodada do grupo B, a Argentina enfrenta a Grécia, em Polokwane. A Coreia do Sul encerra a participação na primeira fase diante da Nigéria, em Durban. As partidas estão marcadas para o dia 22 (terça-feira).

O Jogo - A Coreia do Sul apostou em uma marcação forte no meio-campo para dificultar as ações da Argentina. A tática deu certo até os 16 minutos, quando uma desatenção incrível foi responsável pelo gol dos sul-americanos. Messi cobrou falta da esquerda e viu o desvio de Ki-Hun contra o próprio patrimônio. No susto, o goleiro Sung-Ryong tentou salvar com o pé esquerdo, mas fracassou.

Mesmo com a mudança no placar, o ritmo da partida continuou o mesmo. A Argentina insistia nas ações ofensivas e não achava espaços. Nas bolas paradas, a equipe de Maradona assustava. A bomba na falta cobrada por Tevez, aos 27 minutos, raspou o travessão.

Seis minutos depois, a Coreia do Sul não escapou do segundo gol. Em jogada ensaiada na falta pela ponta esquerda, Messi rolou para Maxi Rodríguez cruzar. Mesmo de costas para o gol, Burdisso desviou de cabeça e deixou Higuain, atrás da zaga, livre para balançar as redes.

O gol abalou os asiáticos e empolgou o elegante Maradona no banco de reservas. A Argentina passou a jogar com qualidade e velocidade. As chances foram criadas com naturalidade. Primeiro, Di Maria parou na defesa de Sung-Ryong. Depois, o inspirado Messi mostrou categoria ao finalizar por cobertura mesmo cercado por cinco adversários. A bola passou perto.

O jogo estava controlado, porém a defesa argentina resolveu dar emoção. Demichelis quis dominar uma bola na entrada da área defensiva e acabou desarmado por Chu-Young, que avançou para marcar por cobertura. Revoltado, o goleiro Romero "homenageou" o companheiro com alguns palavrões.

Empolgada, a Coreia do Sul voltou alterada para o segundo tempo - presença de Na-Mil no lugar de Sung-Yueng - e esperançosa. A Argentina, em compensação, queria matar o jogo e logo incomodou Sung-Ryong em arremates de Higuain e Tevez. O arqueiro asiático era uma incômoda barreira.

A partida fugia dos padrões normais da Copa, já que os dois lados apostavam em uma postura ofensiva. No contra-ataque, a Coreia ficou perto do empate. Aos 12 minutos, o habilidoso Chung-Young deixou Ki-Hun em condições de marcar, só que Romero fechou o ângulo e acompanhou o chute do rival balançar a rede pelo lado de fora.

Na genialidade de Messi, a Argentina finalmente encerrou as esperanças sul-coreanas. Aos 31 minutos, o camisa 10 recebeu de Aguero, invadiu a área e chutou para a defesa de Sung-Ryong. Na sobra, o melhor do mundo castigou de novo e acertou a trave. Finalmente, Higuain, livre na pequena área, completou.

Para encerrar a bela atuação, uma jogada que apresentou o tradicional toque de bola argentino. Messi e Aguero participaram da criação. Higuain, mais uma vez, arrematou para as redes: 4 a 1.

Fonte: Gazetaesportiva.net
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Vuvuzelazzo!!! Celeste Uruguaia ressurge, vence donos da casa e se aproxima das oitavas!



Não chega ser um Maracanazo como o de 1950, mas o Uruguai empurrou a África do Sul para bem longe do sonho de passar às oitavas de final da Copa do Mundo em casa. Com dois gols de Diego Forlán e um de Pereira, a Celeste bateu os Bafana Bafana por 3 a 0 nesta quarta-feira, em Pretória, acabou com um jejum de vitórias em Mundiais que durava desde 1990 e assumiu a liderança do Grupo A. Para passar de fase, o time de Carlos Alberto Parreira tem que vencer a França na última rodada e ainda torcer por outros resultados.

Nesta quinta, os franceses pegam o México, às 15h30m (de Brasília), em Polokwane. As duas seleções têm um ponto, assim como os sul-africanos. O Uruguai soma quatro em duas rodadas. Na próxima terça, os Bafana fazem o desafio decisivo com a França, em Bloenfonteim, às 11h (de Brasília). No mesmo dia e horário, México e Uruguai se enfrentam em Rustemburgo.

Fonte: Globoesporte.com
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Deu zebra! Suíça apronta e vence a badalada Espanha



A Espanha é a típica seleção que parece sempre destinada a colocar os pés em uma Copa do Mundo para deixar mais perguntas do que respostas. O que acontece com a Fúria quando a chapa esquenta? De que serve tanto talento e tão pouco resultado? Algum dia será realmente possível ver esse país conquistar o mundo? No que depender da Suíça, não. Com um sistema defensivo muito bem armado, o time surpreendeu positivamente o planeta com uma vitória por 1 a 0, nesta quarta-feira, em Durban. E mais: são oito horas sem sofrer gols em Copas. Em 2006, fez quatro jogos e saiu intacta (foi eliminada nas oitavas, nos pênaltis). Os espanhóis voltam a lidar com seu maior trauma em um Mundial: prometer muito e cumprir pouco.

Gelson Fernandes, nascido em Cabo Verde, fez o gol da maior zebra que circulou pela Copa do Mundo na primeira rodada. A Espanha foi muito superior, controlou o jogo todo, mostrou um futebol vistoso, mas jamais conseguiu furar a forte defesa adversária. Foi a primeira vez na história em que a Suíça bateu a Espanha. “Um dia vai acontecer”, havia dito o técnico Ottmar Hitzfeld um dia antes da partida.

Com o resultado, a Suíça é líder do Grupo H da Copa do Mundo, ao lado do Chile, que bateu Honduras pelo mesmo placar horas antes. A Fúria volta a campo na segunda-feira, dia 21, em Joanesburgo, contra os hondurenhos. Os suíços, no mesmo dia, enfrentam os chilenos.

Fonte: Globoesporte.com
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Vitória Histórica!!! Após 48 anos, Chile volta a vencer em Copas do Mundo



Em 2002 e 2006, o povo chileno assistiu à Copa do Mundo com um vazio no peito, já que não foi representado no Mundial. Nesta quarta-feira, os jogadores da seleção resgataram este sentimento tão importante para quem gosta de futebol. Foram além. Relembraram, e fizeram outros tantos sentirem pela primeira vez, o quanto é bom comemorar uma vitória na competição. No Mbombela Stadium, em Nelspruit, o Chile derrotou Honduras por 1 a 0, na primeira rodada do Grupo H. Foi o mesmo placar do último triunfo em Copas, contra a Iugoslávia, em 1962, quando sediou o evento. Até a estreia na Áfica do Sul, foram seis empates e sete derrotas. O atacante Beausejour, autor do gol, foi eleito o melhor da partida. Com o resultado, a seleção chilena lidera a chave ao lado da Suíça, que venceu a Espanha também por 1 a 0. Ambas têm três pontos. Na próxima segunda-feira, elas se enfrentam em Porto Elizabeth, às 16h (de Brasília).

Honduras começou mal a sua segunda participação em Copas. A primeira foi em 1982, quando empatou duas vezes e perdeu uma. Na segunda-feira, vai encarar a favorita Espanha, em Joanesburgo, às 15h30m (de Brasília). Hora de tentar fazer milagre.

Vale lembrar que os dois primeiros colocados do Grupo H vão enfrentar os dois classificados da chave do Brasil, que também tem Portugal, Costa do Marfim e Coreia do Norte.

Fonte: Globoesporte.com
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Brasil vence, mas não convence na sua estreia na Copa



Durante 55 minutos, o Brasil deu a impressão de que seria atingido pela seca de gols nesta Copa do Mundo. Teve uma atuação burocrática no primeiro tempo e adotou outra postura após o intervalo, afastando o assustador 0 a 0 e conseguindo dois belos gols. Um descuido defensivo no fim da partida, no entanto, determinou o placar de 2 a 1 sobre a Coreia do Norte, mantendo a tradição de vitórias apertadas em estreias. Desde 1982, o Brasil tem 100% de aproveitamento em suas participações iniciais, mas quase sempre por um gol de diferença - a exceção foi em 1994.

O resultado faz a seleção pular para a liderança do Grupo G, superando Costa do Marfim e Portugal, que empataram por 0 a 0. Os dois gols brasileiros nasceram em passes milimétricos e terminaram em conclusões precisas. Maicon, eleito o melhor do jogo pela Fifa, abriu o placar e se tornou o primeiro lateral-direito da seleção a marcar em uma Copa desde Josimar, em 1986. E Elano fez o segundo.

O Brasil agora volta aos treinamentos para a sua segunda partida pelo Grupo G, às 15h30m (de Brasília) do próximo domingo, contra Costa do Marfim. Na segunda-feira, a Coreia do Norte tenta evitar sua segunda derrota seguida na Copa, enfrentando Portugal às 8h30m (de Brasília).

A previsão de frio na noite de Joanesburgo se confirmou, com 2º no começo da partida e sensação térmica de -3º), obrigando cinco dos dez jogadores de linha na escalação inicial a usar luvas: Juan, Gilberto Silva, Felipe Melo, Kaká e Luis Fabiano. Na arquibancada, a torcida fez a sua parte, tentando esquentar o clima com seu grito preferido de "sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor" e dando a impressão de que a seleção estava em casa.

Brasil nervoso e pouco criativo

Durante 55 minutos, o Brasil deu a impressão de que seria atingido pela seca de gols nesta Copa do Mundo. Teve uma atuação burocrática no primeiro tempo e adotou outra postura após o intervalo, afastando o assustador 0 a 0 e conseguindo dois belos gols. Um descuido defensivo no fim da partida, no entanto, determinou o placar de 2 a 1 sobre a Coreia do Norte, mantendo a tradição de vitórias apertadas em estreias. Desde 1982, o Brasil tem 100% de aproveitamento em suas participações iniciais, mas quase sempre por um gol de diferença - a exceção foi em 1994.

O resultado faz a seleção pular para a liderança do Grupo G, superando Costa do Marfim e Portugal, que empataram por 0 a 0. Os dois gols brasileiros nasceram em passes milimétricos e terminaram em conclusões precisas. Maicon, eleito o melhor do jogo pela Fifa, abriu o placar e se tornou o primeiro lateral-direito da seleção a marcar em uma Copa desde Josimar, em 1986. E Elano fez o segundo.

O Brasil agora volta aos treinamentos para a sua segunda partida pelo Grupo G, às 15h30m (de Brasília) do próximo domingo, contra Costa do Marfim. Na segunda-feira, a Coreia do Norte tenta evitar sua segunda derrota seguida na Copa, enfrentando Portugal às 8h30m (de Brasília).

A previsão de frio na noite de Joanesburgo se confirmou, com 2º no começo da partida (e sensação térmica de -3º), obrigando cinco dos dez jogadores de linha na escalação inicial a usar luvas: Juan, Gilberto Silva, Felipe Melo, Kaká e Luis Fabiano. Na arquibancada, a torcida fez a sua parte, tentando esquentar o clima com seu grito preferido de "sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor" e dando a impressão de que a seleção estava em casa.

Mudança de postura na 2ª etapa

O Brasil voltou para o segundo tempo sem alteração, mas com as principais alternativas se aquecendo fora de campo. Se foi um aviso de Dunga de que trocaria alguma peça caso os defeitos do time persistissem, a estratégia funcionou. A seleção se esforçou em corrigir seus principais problemas, mostrando mais movimentação e explorando as laterais. E foi recompensada aos dez minutos. Elano esperou a ultrapassagem de Maicon e deu ótimo passe. Da linha de fundo, com pouco ângulo, o lateral percebeu que Myonge Guk deixava espaço em sua meta à espera de um cruzamento e arriscou direto para o gol, fazendo 1 a 0.

A vantagem no placar fez bem à seleção, de maneira geral, e a alguns jogadores, em particular. O time continuou se movimentando em campo, e nomes como Michel Bastos e Luis Fabiano subiram de produção. O primeiro emendou, em um só lance, um drible entre as pernas e uma meia-lua pela lateral. O segundo esteve perto de fazer 2 a 0, após um passe de Robinho, em uma rara jogada de contra-ataque. Matou no peito, driblou um adversário, mas chutou por cima do gol.

Da intermediária, Robinho acertou outro passe, espetacular, para Elano chutar sem precisar dominar, marcando o segundo gol do Brasil, aos 26 minutos. Foi o último lance do meia, que na primeira etapa havia sido um dos que mais tentaram fugir da atuação burocrática. Daniel Alves entrou em seu lugar. Cinco minutos depois, Nilmar substituiu Kaká, forçando o posicionamento mais recuado de Robinho, o que já vinha acontecendo.

Em seu primeiro lance em campo, Nilmar recebeu passe, buscou espaço e chutou para defesa do goleiro. A essa altura, o domínio brasileiro na partida era completo, transformando Julio Cesar em um mero espectador. Dunga ainda fez sua terceira substituição, trocando Felipe Melo por Ramires, que levou o único cartão amarelo da partida. No finzinho do jogo, a Coreia ameaçou duas vezes. E em uma delas conseguiu marcar, após lançamento feito do meio-campo que pegou Maicon desatento e terminou com a conclusão de Yun Nam, aos 43 minutos, sem chance para o goleiro brasileiro.

A seleção deixou o campo do Ellis Park com seu principal objetivo cumprido. Somou três pontos, mas não obteve o bônus de uma boa margem no saldo de gols contra a seleção de pior colocação no ranking da Fifa (105º lugar) entre as 32 participantes.

Ficha Técnica:

BRASIL 2 X 1 CORÉIA DO NORTE


Estádio: Ellis Park (Johanesburgo/África do Sul)
Data: 15/06/2010
Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Assistentes: Gabor Eros e Tibor Vamos (HUN)

Brasil - Julio Cesar, Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Gilberto SIlva, Felipe Melo (Ramires), Elano (Daniel Alves) e Kaká (Nilmar); Robinho e Luis Fabiano.
Téc: Dunga

Coréia do Norte - Myonge Guk, Jong Hyok, Chol Jin, Jun Il, Nam Chol e Kwang Chon; In Guk (Kum Il), Yun Nam, Yong Jo e Yong Hak; Tae Se.
Téc: Kim Jong Hun

Fonte: Globoesporte.com
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Costa do Marfim e Portugal não saem do zero na abertura do Grupo G



Próximos adversários do Brasil no Grupo G da Copa do Mundo, Costa do Marfim e Portugal desapontaram na estreia e não passaram de um magro 0 a 0 no estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth, nesta terça-feira, demonstrando que estão, de fato, na briga pelo segundo lugar da chave. A partida até que teve alguns momentos de emoção, principalmente nos pés de Cristiano Ronaldo na etapa inicial, entretanto foi marcada mais pelo nervosismo e forte marcação de ambas equipes. Drogba, que chegou a ser dado como carta fora do baralho do Mundial, superou a operação no braço direito e entrou no segundo tempo com uma tala no local. Mas pouco produziu.

Na próxima rodada, os marfinenses encaram a seleção brasileira no estádio Soccer City, em Joanesburgo, no domingo que vem, às 15h30m (de Brasília). Já os lusos pegam a Coreia do Norte no dia seguinte, na Cidade do Cabo, às 8h30m (de Brasília). O empate poderá ter facilitado o trabalho do Brasil na primeira fase, caso a seleção de Dunga cumpra o papel de vencer a Coreia do Norte na estreia.

Fonte: Globoesporte.com
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Nova Zelândia alcança primeiro ponto em Copas aos 48 do 2º tempo



O jogo no estádio Royal Bafokeng, em Rustemburgo (África do Sul), era marcante para as duas equipes. De um lado, a Eslováquia, apesar de ser considerada pela Fifa como uma das herdeiras do legado da antiga Tchecoslováquia, disputava seu primeiro jogo de Copa do Mundo como nação independente. Do outro, a Nova Zelândia voltava a jogar uma partida de Mundial após 28 anos. E após o apito final, apesar do empate por 1 a 1, só a seleção da Oceania teve motivos para comemorar. Em uma partida de baixo nível técnico, com muitos passes errados e falhas técnicas, os eslovacos saíram na frente, mas sofreram o empate nos acréscimos no duelo de encerramento da primeira rodada do Grupo F da Copa 2010. Os dois foram de cabeça. Em impedimento, Sestak abriu o placar aos cinco minutos da etapa final. E Reid empatou aos 48 minutos.

O resultado deixou a chave igual, com Nova Zelândia, Eslováquia, Itália e Paraguai empatados em pontos e gols. Na segunda-feira, italianos e paraguaios também empataram por 1 a 1. As seleções do grupo voltam a atuar no próximo domingo. Em Bloemfontein, a Eslováquia enfrenta o Paraguai, às 8h30m (de Brasília). Às 11h, a Nova Zelândia desafia a Itália em Nelspruit.

Fonte: Globoesporte.com
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Atual campeã, Itália decepciona e apenas empata com o Paraguai



Ofensivo como nunca, sofrido como sempre. “Melhor de defesa do mundo”, a Itália abriu mão de suas origens, se “falsificou”, jogou como um time que prima pelo ataque, entrou em campo em um 4-5-1, que virava 4-3-3 quando ia à frente, mas teve dificuldades em sua estreia na Copa do Mundo da África do Sul. Graças a uma falha do goleiro Villar, a Azzurra empatou com o Paraguai por 1 a 1, em jogo ruim e com raros lances de perigo, nesta segunda-feira, no Green Point, na Cidade do Cabo, pela primeira rodada do Grupo F (assista ao vídeo ao lado com os gols da partida).

De Rossi, remanescente do tetracampeonato conquistado há quatro anos, na Alemanha, impediu a derrota, com um gol aos 17 minutos do segundo tempo. Os paraguaios, que pouco apresentaram para quem se orgulha de ter a “seleção mais empolgante de todos os tempos”, abriram o placar com o zagueiro Alcaráz, de cabeça, aos 39 da etapa inicial.

Na próxima rodada, a Azzurra encara a Nova Zelândia, domingo, às 11h, horário de Brasília (16h na África do Sul), em Nelspruit. Já o Paraguai tem pela frente a Eslováquia, no mesmo dia, em Bloemfontein, às 8h30m. Eslovacos e neozelandeses completam a rodada inaugural da chave nesta terça, em Rustemburgo.

Fonte: Globoesporte.com
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Em jogo fraco, Japão vence a sua primeira estreia em Copas! Eto`o decepcionou!



No duelo entre os dois considerados ‘azarões’ do grupo E da Copa do Mundo, o Japão levou a melhor. Em um jogo de baixo nível técnico, a seleção asiática derrotou Camarões por 1 a 0 nesta segunda-feira, no estádio Free State, em Bloemfontein. O gol foi marcado por Honda, no primeiro tempo (veja no vídeo os melhores momentos). Eto’o, principal esperança dos africanos, pouco tocou na bola e só teve uma jogada de brilho em 90 minutos.

Com este resultado, os japoneses somaram três pontos, assim como fez a Holanda mais cedo. Porém, a seleção europeia, que venceu a Dinamarca por 2 a 0, lidera a chave por ter feito um gol a mais. Os camaroneses seguem sem pontuar.

A partida marcou o fim de dois tabus. Pela primeira vez, a seleção japonesa venceu um jogo de estreia em Mundial. Já a equipe camaronesa, até então, nunca havia sido derrotada em sua partida inaugural.

Fonte: Globoesporte
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Holanda confirma favoritismo e despacha Dinamarca na estreia



A seleção da Holanda é conhecida pelo futebol ofensivo e pela habilidade de seus jogadores. Nesta segunda-feira, em seu primeiro jogo na Copa do Mundo 2010, uma das fortes candidatas ao título mostrou bom toque de bola, mas precisou de um lance de pura sorte para abrir a defesa dinamarquesa e o caminho para uma estreia vitoriosa no Mundial disputado na África do Sul. Ajudada por um gol contra de Agger, a Laranja derrotou a Dinamarca por 2 a 0 no Soccer City, em Joanesburgo, no jogo de abertura do Grupo E da Copa.

Após ganhar um presente com um minuto do segundo tempo, os holandeses controlaram a partida e garantiram o triunfo com um gol de Kuyt aos 39 minutos.

Fonte: Globoesporte.com
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Alemanha demonstra qualidade e eficiência em sua estreia na Copa



Mais jovem, mais ofensiva, mais íntima da bola. É cedo, a Austrália não é lá grande coisa, mas fica no ar a impressão de que surge uma nova Alemanha: tão capaz de ser campeã quanto as anteriores e dona de um futebol bonito que não era visto desde seu último título, em 1990, com Matthäus e Klinsmann. Neste domingo, no estádio Moses Mabhida, em Durban, os tricampeões do mundo golearam os Socceroos por 4 a 0 e mostraram ao planeta o melhor desempenho dos primeiros três dias de Copa do Mundo. Podolski e Klose, ainda no primeiro tempo, abriram o placar, fechado por Müller e pelo brasileiro naturalizado alemão Cacau na etapa final.

O meio-campo encantou. O diferencial da Alemanha esteve no miolo do time, na capacidade de criação de jogadores como Khedira, Müller e, em especial, Özil, garoto de 21 anos do Werder Bremen, grande aposta de futuro gordo em conquistas para o futebol alemão. A Austrália, na contramão do adversário, deu sinais de que não irá longe. Pior: perdeu Cahill, seu principal jogador, na etapa final, expulso.

Com a vitória, os europeus assumiram a liderança do Grupo 4 do Mundial, com os mesmos três pontos de Gana, mas à frente dos africanos no saldo de gols. Os alemães voltam a campo na sexta-feira, em Porto Elizabeth, contra a Sérvia. A Austrália, um dia depois, encara Gana em Rustemburgo.
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Gana se impõe e alcança a primeira vitória do continente na Copa da África



O jogo era de estreia, mas já tinha a dramaticidade de um 'confronto direto' por vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo. Com a sempre favorita Alemanha na mesma chave, Gana e Sérvia sabiam que a vitória neste domingo seria de fundamental importância para dar um passo rumo à próxima fase na África do Sul. E quem levou a melhor foi a seleção africana, que venceu por 1 a 0 no estádio Loftus Versfeld, em Pretória. Gyan, cobrando pênalti aos 38 minutos do segundo tempo, marcou o gol na partida de abertura do grupo D.

Os ganeses eram maioria no estádio (o público foi de 38.833 pagantes) e viviam a expectativa da primeira vitória africana no Mundial, que até então nunca havia sido disputado no continente. Os torcedores de Gana viram a equipe ser mais criativa ao longo do jogo, mas só explodiram de alegria quando o confronto já se encaminhava para o fim.

Após o apito final, uma cena emocionante. Os jogadores ganeses deram uma volta no gramado com a bandeira do país. O atleta mais festejado foi o goleiro Kingson, que completava 32 anos. De presente, levou um banho de água ainda em campo.

Fonte: Globoesporte.com
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Eslovênia derrota a Argélia graças a frango do goleiro e lidera o Grupo C

A Eslovênia assumiu neste domingo a liderança do Grupo C da Copa do Mundo ao derrotar a Argélia por 1 a 0, no estádio Peter Mokaba, em Polokwane. Koren, após falha do goleiro Chaouchi, fez o gol da partida, que teve muito poucas emoções dentro das quatro linhas.


O único craque presente no Peter Mokaba esteve do lado de fora. Zinedine Zidane, francês descendente de argelinos, assistiu ao jogo das tribunas. O astro viu a seleção africana ficar em situação delicada no grupo, em último lugar, ainda sem pontuar. A Eslovênia lidera, com três, seguida por Inglaterra e Estados Unidos (um ponto), que empataram no sábado por 1 a 1.

Estádio não lota

Dos 41.911 lugares do estádio, apenas 30.325 foram ocupados, em sua maioria por torcedores da Argélia, país que não disputava uma Copa desde 1986. Para a Eslovênia, é o segundo Mundial (jogou também em 2002) e a vitória deste domingo foi a primeira da história do país.

As duas equipes entraram em campo com postura muito cautelosa. Ambas optaram por escalar laterais que não avançavam e congestionaram o meio com cinco atletas cada. No ataque, de fato, apenas um homem: Djebbour, pelos argelinos, e Novakovic, pelos eslovenos.

O primeiro tempo foi equilibrado e de poucas emoções. Lances de perigo, apenas três. A Argélia foi responsável por dois deles, sempre de bola parada. Primeiro, Belhadj bateu falta com perigo e obrigou Handanovic a espalmar para escanteio. Depois, em tiro de canto batido por Ziani, Halliche apareceu livre na área, mas cabeceou para fora.

A Eslovênia só deu o ar da graça aos 42 minutos. Birsa recebeu bola na intermediária e soltou a bomba de canhota. O goleiro Chaouchi fez boa defesa.

No início da etapa final, os dois treinadores mexeram no setor ofensivo. Na Eslovênia, o meia-atacante Dedic deu lugar a Ljubijankic, jogador que normalmente seria titular, mas que está recém-recuperado de lesão. Já na Argélia, Djebbour saiu para a entrada de Ghezzal.

As mexidas, entretanto, pouco adiantaram. O jogo seguiu em seu ritmo lento, embolado pelo meio. Chances de gol? Poucas, ou quase nenhuma. Na base do chuveirinho, a Argélia buscou o atacante Ghezzal, que mostrou pouca habilidade no cabeceio.

Dois cartões bobos, e adeus

Para completar a incompetência técnica na partida, Ghezzal foi expulso 15 minutos depois de entrar em campo. O atacante levou o amarelo por conta de um carrinho logo que pisou o gramado. Depois, foi advertido pela segunda vez por tentar dominar uma bola com o braço.


Com um a mais, a Eslovênia se animou minimamente para buscar o ataque e, com uma ajudinha do goleiro argelino, conseguiu o gol da vitória. Aos 36 minutos, o capitão Koren bateu de fora da área, sem muita força. Chaouchi tentou encaixar e acabou vendo a bola morrer no fundo da rede. Foi o bastante para assegurar os três pontos.

Na segunda rodada, a Eslovênia encara os Estados Unidos, em Joanesburgo, enquanto os argelinos medem forças com a Inglaterra, na Cidade do Cabo. As duas partidas acontecem na próxima sexta-feira.

Fonte: globoesporte.com
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Inglaterra cede empate aos EUA com frangaço do goleiro Green



A previsão foi feita pelos próprios goleiros antes da Copa: "Vai haver muitos gols estranhos". De fato, o Mundial só precisou de dois dias para que o primeiro gol bisonho acontecesse. O goleiro Green, da Inglaterra, protagonizou o primeiro grande frango da Copa da África do Sul e, consequentemente, viu sua seleção apenas empatar com os Estados Unidos por 1 a 1, neste sábado, em Rustemburgo. Mas engana-se quem pensa que a falha do goleirão foi culpa da famigerada Jabulani, a bola oficial da Copa. Green falhou feio por conta própria.

O resultado, no fim das contas, acabou por espelhar uma partida equilibrada entre ingleses e americanos. Num Royal Bafokeng Stadium em que as vuvuzelas soaram em volume mais baixo do que o de costume (havia poucos torcedores sul-africanos, por conta da grande procura de ingleses e americanos), Gerrard abriu o placar para o English Team no começo do jogo, mas Dempsey deixou tudo igual ainda antes do intervalo, quando a balança do jogo já não pendia para qualquer dos lados.

Antes da partida, o presidente americano, Barack Obama, mandou uma mensagem de apoio aos atletas americanos via Twitter. O vice-presidente, Joe Biden, visitou pessoalmente os jogadores. No lado inglês, reforços de peso no banco de reservas. Beckham e Ferdinand, que ficaram fora da Copa por conta de lesões, viram de perto o desempenho de seus companheiros.

Ingleses marcam logo no início

A Inglaterra começou o jogo a mil por hora. Com a marcação adiantada, o English Team conseguiu encurralar os rivais nos primeiros minutos e abriu o placar logo aos 4. Após boa tabela, Heskey deu passe com açúcar para Gerrard. O capitão bateu rasteiro, na saída de Howard, e correu para o abraço.

Os americanos demoraram alguns minutos para assimilar o golpe, mas aos poucos equilibraram a partida. Principalmente com jogadas de bola parada, o time dos Estados Unidos incomodou a defesa inglesa.

O lateral Cherundolo, com constantes apoios pela direita, foi um dos que mais deram trabalho. Milner levou amarelo por falta no americano e acabou substituído ainda com 30 minutos de jogo por Wright-Phillips. O técnico Fabio Capello temia que pudesse haver uma expulsão.



Green faz lambança

Aos 40 minutos, a Inglaterra entregou de presente o empate ao rival. Dempsey ciscou na intermediária e bateu para o gol, fraco e rasteiro. O goleiro Green, que ganhou na última hora a vaga de titular, em detrimento do veterano James, levou um frango incrível.

O constragimento foi geral entre os ingleses. Não só para o protagonista do frango, que se desculpou com os companheiros, mas também para a comissão técnica. Fabio Capello e David Beckham fizeram cara de incrédulos no banco de reservas.

Na volta para o segundo tempo, a Inglaterra veio com mais uma mexida. Desta vez, o zagueiro King deu lugar a outro defensor, Carragher, provavelmente por motivo de lesão.

Partida fica 'lá e cá' na etapa final


O jogo ficou mais aberto e houve chances para os dois lados. Heskey entrou livre na área dos EUA e soltou a bomba, exatamente em cima do goleiro Howard. Depois, coube a Altidore ter grande chance pela equipe americana. O atacante penetrou pelo lado esquerdo da área e bateu para o gol. Green defendeu a bola, que explodiu na trave direita e saiu.

Com o passar do tempo, os ingleses foram exercendo certo domínio. Os Estados Unidos passaram a ter dificuldades para atacar e só o English Team foi criando algumas chances. Na principal delas, aos 30, Rooney deixou Wright-Phillips livre no lado esquerdo da grande área. O meia-atacante bateu na direção de Howard, e a bola saiu.

Os dois treinadores mexeram então no ataque. Crouch entrou na vaga de Heskey no lado inglês e Buddle tomou o lugar de Findley nos EUA. Daí até o fim, a Inglaterra foi melhor e esteve mais perto de marcar. Houve cruzamentos para Crouch, jogadas individuais de Rooney, mas a rede não voltou a balançar. Um ponto para cada equipe após o apito final.

Ingleses e americanos dividem a liderança do Grupo C, com um ponto cada. Neste domingo, às 8h30m (de Brasília), Argélia e Eslovênia completam a primeira rodada. O próximo compromisso da Inglaterra será contra os argelinos, dia 18, na Cidade do Cabo. Os Estados Unidos vão encarar os eslovenos no mesmo dia, em Joanesburgo.

Fonte: Globoesporte.com
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Messi joga bem e mesmo com pressão nigeriana, Argentina estreia com vitória



À beira do campo, Diego Maradona seguiu o conselho das filhas e estreou como técnico em Copas do Mundo envergando um impecável terno cinza para enfrentar a Nigéria. Em volta dele, a torcida argentina deu um trato no visual do estádio Ellis Park e carregou suas bandeiras para as arquibancadas, como se estivesse na Bombonera. Dentro de campo, os comandados de Don Diego também jogaram como manda o figurino: Messi chamou a responsabilidade e fez o time jogar para frente. O placar magro de 1 a 0 não chegou a empolgar, mas no fim das contas deu para ficar bem na foto.

Cercado de expectativa antes da Copa, Messi teve uma das suas melhores atuações com a camisa da Argentina, mas não conseguiu vencer a batalha com o goleiro Enyeama, que fechou as portas para o craque e foi escolhido pela Fifa como o melhor em campo. O gol dos hermanos saiu numa cabeçada de Heinze, aos seis minutos do primeiro tempo.

A Argentina volta aos gramados no dia 17, no Soccer City, para enfrentar a Coreia do Sul. No mesmo dia, a Nigéria pega a Grécia. Argentinos e sul-coreanos lideram o grupo B com três pontos cada. Gregos e nigerianos não pontuaram na primeira rodada.

O jogo

Apesar de ficar no bairro de Hillbrow, com grande concentração de nigerianos, o Ellis Park ganhou ares de Bombonera antes da partida deste sábado. Os argentinos dividiram as arquibancadas meio a meio e, apesar do barulho das vuvuzelas, cantaram e balançaram suas bandeiras como se estivessem em casa.

Até as faixas em homenagem a Maradona estavam lá. A diferença é que, em Buenos Aires, o ídolo maior do país costuma ficar no camarote do estádio com a camisa do Boca Juniors. Desta vez, ele estava à beira do campo, com ares de professor e um elegante terno cinza. Antes de a bola rolar, foi até o limite da torcida e, de longe, mandou beijos para o neto. Ganhou o mimo de volta e, aí sim, estava pronto para o início da Copa do Mundo.

O rival era a mesma Nigéria que estava do outro lado do campo no último jogo do Maradona jogador em Copas, em 1994. O placar daquele confronto também apertado - 2 a 1 -, mas o magro 1 a 0 deste sábado na África do Sul não diz exatamente o que foi o jogo.

Dentro das quatro linhas, a Argentina não demorou muito para mostrar seu cartão de visitas. Criticado por não brilhar tanto com a camisa da seleção como faz no Barcelona, Messi abriu os trabalhos logo aos cinco minutos, costurando entre quatro defensores nigerianos para deixar Higuaín na cara do gol. Na pequena área, o atacante do Real Madrid jogou a chance para fora.


A cabeçada certeira de Heinze

Em seguida, começou o duelo entre Messi e o goleiro Enyeama. No primeiro round, o craque bateu de fora da área, mas não conseguiu vencer o rival, que espalmou para escanteio. Na cobrança de Verón, uma pausa no duelo: cabeçada certeira de Heinze e rede estufada pela primeira e única vez: Argentina 1 a 0. No agarra-agarra dentro da área, Samuel se encarregou de conter Obasi, e o lateral-esquerdo ficou livre para concluir. Odiah ainda tentou salvar embaixo da trave, mas o esforço foi inútil.

Quando a torcida explodiu nas arquibancadas do Ellis Park, Maradona virou para trás, apontou para os jogadores reservas e vibrou de forma intensa pela primeira vez na Copa. O domínio argentino continuou, mas Higuaín não conseguia esticar a euforia do comandante. Aos 21, ele recebeu lindo passe de Tevez e chutou em cima do goleiro.

A Nigéria só assustou aos 27, quando Obasi aproveitou falha de Jonás Gutiérrez na marcação e, solto na área, mandou para fora. Era hora de retomar o duelo Messi x Enyeama. “A Pulga” quase marcou aos 36, quando deu um corte no zagueiro e, de perna esquerda, obrigou o goleiro a fazer a melhor defesa do primeiro tempo, de mão trocada, mandando a escanteio.

Verón ainda bateu uma falta por cima do travessão, e veio o intervalo. Antes da saída para o vestiário, os jogadores nigerianos se reuniram no meio do campo, em volta de Enyeama, ajoelhado. O ritual se repetiu no retorno para o segundo tempo.

Mais equilíbrio no segundo tempo

Apesar da corrente da equipe africana, quem voltou a assustar foi a Argentina. Logo aos três minutos, Messi desviou um cruzamento com o pé esquerdo e quase marcou. O técnico sueco Lars Lagerback tirou Obinna e mandou a campo Martins, que era titular da equipe. Obasi também saiu e deu lugar a Odemwingie. As mudanças surtiram efeito, a Nigéria se engraçou, e a torcida veio junto, soprando as vuvuzelas.

A Argentina respondeu em dose dupla a partir dos 20 minutos. Primeiro, num contra-ataque, Messi recebeu passe de Tevez e bateu para fora. Logo depois, Higuaín chutou para mais uma defesa de Enyeama.

Taiwo assustou os hermanos com uma bomba de fora da área aos 26 minutos. A bola passou raspando a trave de Romero, e o nigeriano sentiu uma lesão na perna esquerda. O susto foi o sinal para Maradona chamar Maxi Rodriguez e lançá-lo no lugar de Verón. Diego Milito também foi a campo, substituindo Higuaín aos 32.

Goleiro consegue frear Messi

Martins ainda deu outro susto em Romero, com um chute forte frontal que o argentino rebateu. Mas a resposta de Messi foi imediata. O craque tabelou com Di Maria e saiu na cara de goleiro. Perdeu mais um round para Eyenama. Uche também desperdiçou cara a cara, e o jogo ficou aberto nos minutos finais.

Aos 41, Maradona recuou o time para garantir o resultado: Burdisso entrou no lugar de Di Maria. Messi ainda teve a última chance, em mais uma tabela bem tramada com Milito, mas o zagueiro chegou a tempo de colocar para escanteio. Sem problemas. Àquela altura, Maradona já olhava para seus dois relógios - um em cada pulso - e aguardava o fim do jogo. O técnico e seu craque já tinham feito o bastante para que a seleção ficasse bem na fotografia.

Fonte: Globoesporte.com
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Coréia do Sul mostra bom futebol e derrota a Grécia na estreia da Copa



Nas arquibancadas, a batalha foi indigesta. Os torcedores da Coreia do Sul levaram seus tambores para o estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth, mas não conseguiram abafar as barulhentas vuvuzelas dos sul-africanos. Nem por isso se intimidaram, gritando o nome do país - Dae Han Min Kuk - durante todo o jogo. Dentro do campo, a missão foi bem mais fácil. A seleção asiática dominou uma apática Grécia neste sábado e venceu com tranquilidade por 2 a 0, gols de Li Jung-Soo e Park Ji-Sung, eleito o melhor da partida. Após os dois empates da véspera, coube aos sul-coreanos arrancar a primeira vitória na Copa do Mundo. Confira no vídeo acima os melhores momentos do jogo.

A Coreia do Sul passa a ser a primeira seleção asiática a bater uma europeia fora de casa em Copas. O jogo, que deveria ser a primeira “pelada” do Mundial da África do Sul, acabou sendo bem movimentado e deixou os torcedores satisfeitos no estádio – menos os gregos, claro.

Ainda não foi desta vez que a Grécia fez um gol em Mundiais. Jogando um futebol burocrático, a equipe do técnico Otto Rehhagel até conseguiu mostrar alguns lampejos de talento no segundo tempo, mas manteve a tradição e chegou à quarta derrota em quatro jogos – as outras três foram em 1994. Como se não bastasse a crise econômica no país, os gregos ainda foram obrigados a testemunhar uma estreia amarga na Copa.

A Coreia do Sul volta a campo no dia 17, para enfrentar a Argentina em Joanesburgo. No mesmo dia, em Bloemfontein, a Grécia pega a Nigéria.

O jogo

O sol em Porto Elizabeth não chegou a castigar os jogadores, que entraram em campo sob temperatura amena no início da tarde de sábado. O técnico da Grécia, Otto Rehhagel, surpreendeu ao deixar no banco Krygiacos, bom no jogo aéreo. Salpingidis também começou na reserva, dando lugar a Samaras no esquema 4-3-3.

O sul-coreano Huh Jung Moo armou seu time no 4-3-2-1. Park Chu-Young era o único na frente, mas nem por isso ficou isolado. Foi a Coreia a protagonista das principais tramas ofensivas do primeiro tempo.

O primeiro susto, contudo, quem deu foi a Grécia, logo aos três minutos. Torosidis perdeu ótima chance ao receber o cruzamento na entrada da pequena área e chutar para fora.

Aos sete, os tambores falaram mais alto quando o lateral Young-Pyo cobrou falta na ponta esquerda, perto da bandeirinha de escanteio. O goleiro não saiu, e a bola passou por cima toda a defesa grega para encontrar Li Jung-Soo livre. Na pequena área, de frente para o gol, ele só escorou para o fundo da rede.

O foco migrou para o árbitro neozelandês Michael Hester aos 15, quando ele ignorou um pênalti de Torosidis no meia Chung-Young – não confundir com o atacante Chu-Young. Ele fez bela jogada pela direita e, dentro da área, foi deslocado pelo joelho do rival. Os telões do estádio não faziam cerimônia e mostravam replays de lances, inclusive os mais polêmicos.

Diante de uma Grécia apática, a Coreia criou as melhores chances do primeiro tempo, mas nem assim evitou vexames como o de Chu-Young: aos 22, o atacante recebeu livre dentro da área e concluiu com um chute constrangedor de tão torto.

Aos 27, Park Ji-Sung teve seu primeiro momento de brilho. O craque do Manchester United enfiou um lançamento preciso para Chu-Young, que entrou nas costas da zaga, mas demorou demais para concluir. O zagueiro Vyntra atrapalhou o chute, que acabou desviado pelo goleiro Tzorvas com o pé esquerdo.

No intervalo, Otto Rehhagel mostrou que não estava satisfeito com seu capitão. Karagounis deu lugar a Patsa. Salpingidis também entrou, no lugar de Samaras, na tentativa de criar alguma chance para uma seleção que só tinha chutado a gol uma vez no primeiro tempo.

Otto só não podia prever que seu zagueiro entregaria o ouro logo aos seis minutos da segunda etapa. Vyntra errou um domínio de bola no meio campo e perdeu para Park Ji-Sung. O astro coreano partiu em direção à área e, com tranquilidade, bateu cruzado na saída de Tzorvas. Coreia 2 a 0.

Salpingidis apareceu bem pela primeira vez aos 25, quando ganhou na força pelo lado esquerdo e rolou para a conclusão de Kapetanos, que tinha substituído Charisteas. A Jabulani saiu por cima do gol de Jung Sung-Ryong, e os torcedores levaram as mãos às cabeças nas arquibancadas.

As substituições de Rehhagel surtiram efeito, e o futebol da Grécia melhorou. Aos 35, Gekas matou a bola dentro da área e, de virada, obrigou Sung-Ryong a fazer grande defesa de mão trocada, mandando a escanteio. A resposta foi imediata, com belo chute de Chu-Young, que Tzorvas se esticou para espalmar pela linha de fundo. Aos 40, o goleiro grego apareceu mais uma vez, salvando em chute rasteiro de Chung-Yong.

O esforço grego no segundo tempo se mostrou inútil. Àquela altura, já era tarde para evitar mais uma derrota. A torcida chegou a ensaiar uma "ola" e, sem sustos, viu sua seleção estrear com o pé direito na Copa.

Fonte: Globoesporte.com
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Em dia de empates a emoção ficou por conta da vitória da humanidade!



Para explicar o balaço, há quem tenha dado crédito à tão mal-afamada Jabulani, jaburu em forma de bola, a Geni das esferas. O chute quase sobrenatural de Tshabalala, jogador cujo nome é praticamente uma comemoração, foi a maior alegria do primeiro dia de uma Copa do Mundo que promete ser marcada pelas celebrações e demonstrações de euforia do povo sul-africano. Aos 10 minutos do segundo tempo do jogo inaugural entre os anfitriões e o México, o contra-ataque fulminante teve lançamento de Mphela, quase um Gérson na altitude mexicana, e a mão de Carlos Alberto Parreira, que soube mudar o jogo dos Bafana Bafana no intervalo. Foi assim, tomado por exageros e 84.490 torcedores, que o estádio Soccer City explodiu de felicidade naquele momento. No país inteiro, em grandes festas ao ar livre, 49 milhões vibraram junto.

Só não deu para comemorar a vitória. O México, que tinha dominado o primeiro tempo, não estava disposto a repetir sua sina de jogar como nunca, perder como sempre: beneficiado pela ingenuidade da defesa sul-africana ao tentar a tática do impedimento, o experiente zagueirão Rafa Márquez se viu livre com a bola dentro da pequena área e botou pra dentro. Parreira ainda fez uma substituição que contraria sua fama de defensivista: trocou o cansado meia Pienaar pelo atacante Parker, e por pouco não sai dali coroado como uma espécie de Rei Leão: aos 44 minutos, depois de um chutão do goleiro Khune, Mphela dominou com a cabeça já na área mexicana e tocou de canhota, na saída do goleiro: a bola bateu na trave. Placar final: 1 a 1.

Isso não impediu que as vuvuzelas continuassem sendo sopradas e o barulho ensurdecedor ecoasse por muito tempo após o apito final. Não deu nem para o técnico brasileiro dar entrevista... Sem conseguir escutar nadinha, ele desistiu após a primeira pergunta... Desfecho inusitado, porém pouco surpreendente para quem tinha acompanhado mais cedo a cerimônia de abertura no Soccer Stadium.

Foram pouco mais de trinta minutos de espetáculo, suficientes para deixar clara a exuberância cultural da África do Sul. No desfile, um momento de humor involuntário: um dos símbolos nacionais, uma espécie de escaravelho que se especializou em rolar bolas gigantescas de estrume (e conhecido como besouro rola-bostas), apareceu, em versão gigante, rolando a famigerada Jabulani. As atrações musicais - que incluíam, além dos locais Hugh Masekela e o os Soweto Spiritual Singers, o americano R. Kelly, o argelino Khaled, e o nigeriano Femi Kuti - não ofuscaram uma grande ausência, a de Nelson Mandela, que sofreu com a morte de sua bisneta ontem, em acidente automobilístico, ao voltar do show de abertura da Copa, no Orlando Stadium, em Soweto.



O segundo jogo do dia, entre França e Uruguai, na Cidade do Cabo, teve muitas faltas e escasso futebol. Com Henry e Malouda no banco, o time comandado pelo excêntrico Raymond Domenech mostrou-se pouquíssimo inspirado. Pelo lado uruguaio, apenas disposição e esforços isolados do atacante uruguaio Forlán, eleito o melhor em campo pela Fifa, apesar da péssima pontaria demonstrada durante a jornada. Autor do toque de mão que ajudou a classificar a França para esta Copa (em jogo contra a Irlanda, lance que originou gol de Gallas), Henry entrou em campo e protagonizou novos lances polêmicos: cabeceou, impedido, com grande perigo para a meta uruguaia. Depois, em lance dentro da área, em que a bola bateu no braço - que estava junto ao corpo - do uruguaio Victorino, o francês ainda teve a pachorra de pedir pênalti. No último minuto, ele ainda bateria uma falta perigosa, cortada por Loco Abreu, atacante do Botafogo, que, na barreira, subiu lá no terceiro andar e evitou que houvesse gols na partida. Zero a zero com sabor de zero a zero mesmo.

No fim das contas, o Mundial anunciado como Copa da igualdade terminou seu primeiro dia sem vencedores: no grupo A, todos têm um pontinho. Mas a África do Sul ganhou um dia inesquecível para sua história. E motivos infinitos para soprar sua vuvuzela.

Fonte: Globoesporte.com
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Palpites para Primeira Fase

Por Leandro Freire

Grupo A: Apesar dos altos e baixos, a França passa em primeiro seguido pela equipe mexicana. A África do Sul vai tentar mas vai morrer na praia;

Grupo B: Infelizmente os hermanos passam em primeiro, seguido pela equipe da Nigéria;

Grupo C: Nesse grupo a Argélia pode até surpreender mas acredito nos colonizadores e na colônia: Inglaterra e EUA;

Grupo D: Outra seleção que não vem jogando bonito mas sempre se classifica e dá um trabalho danado é a seleção alemã, que acredito que passa em primeiro. Em segundo outra seleção africana: Gana;

Grupo E: Grupo complicado. Em primeiro coloco disparado a Holanda. Agora em segundo Dinamarca e Camarões lutam por essa vaga. Hoje apostaria em Camarões;

Grupo F: Falando em seleção que não vem bem...a atual campeã Itália é um exemplo mas aposto nela em primeiro e a seleção paraguai em segundo;

Grupo G: No grupo do Brasil acho que vamos ter o saco de pancadas da Copa - Coréia do Norte - e a decepção da Copa - seleção Portuguesa. Brasil, é lógico em primeiro e Costa do Marfim em segundo;

Grupo H: Mesma visão do grupo E. Espanha passa tranquila, a segunda vaga fica entre Suiça e Chile. Hoje apostaria na Suiça.

Por Thiago Maciel

Grupo A: As atenções deste grupo ficará por conta da equipe dona-da-casa, mas acredito que pela primeira vez na história os anfitriões morrerão na praia logo cedo. Apesar dos altos e baixos acredito em classificação da França, seguida pelo México.

Grupo B: Será um grupo muito secado por nós brasileiros, mas infelizmente em vão. A Argentina passará sem grandes sustos, seguida pela Nigéria. Se o Maradona não atrapalhar, chegarão longe!

Grupo C: Não acredito que Argélia e Eslovênia, nesta ordem, podem causar grandes problemas, as potências (econômicas) Inglaterra e EUA passarão.

Grupo D: A sempre tradicional Alemanha passa sem sustos, seguida pela Austrália. Mas acredito ser um grupo onde três brigarão pela segunda vaga.

Grupo E: A Holanda desde a década de 70 briga com seu estigma de "amarelar nas horas decisivas". Tem conjunto, time e potencial, passará para as oitavas, seguida pela Dinamarca. Apesar que Camarões pode surpreender, se Eto`o quiser...

Grupo F: Há tempos não via uma atual campeã tão pouco badalada como a italiana. Mesmo com uma preparação até certo ponto fraca, acredito em primeiro lugar da "Terra da Bota", seguida pela "Terra da Muamba".

Grupo G: O sempre franco-favorito Brasil! Só não chegará longe se não quiser (soberba)! Em segundo virá a não mais surpresa Costa do Marfim. Acredito em decepção portuguesa e que a Coréia do Norte virá a passeio...

Grupo H: Um grupo facilmente palpitado na teoria. A Espanha é a seleção com o melhor meio-campo da Copa, vamos ver se isso se concretizará na prática. Em segundo virá o Chile!
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África do Sul e México abrem os jogos nesta sexta no Soccer City



Foram 2218 dias desde que a África do Sul passou de um nome saído de um envelope para a abertura da Copa do Mundo. Mas pode-se dizer que a África esperou muito mais por esse dia. Quando pisarem em campo para enfrentar o México, às 11h (horário de Brasília), em Joanesburgo, os anfitriões terão uma terra de muita história sob seus pés. A maravilha arquitetônica chamada Soccer City diante de seus olhos. E dezenas de milhares de vuvuzelas nos ouvidos, gritando por um continente inteiro. No meio disso tudo, precisarão lembrar que há um torneio de futebol para disputar. Aliás, algo ainda maior, uma Copa do Mundo jogada dentro do próprio quintal.

- Agora é sobre nós, sobre o que queremos. O momento da verdade chegou, temos que ir a campo e deixar o nosso país orgulhoso - decretou o zagueiro Aaron Mokoena

O país de Mokoena já não é mais o mesmo no qual ele nasceu. O menino negro que quase morreu em um massacre em sua comunidade hoje é o capitão da África do Sul. Fica mesmo difícil dissociar história e futebol nesta Copa do Mundo. Exatamente por isso o técnico Carlos Alberto Parreira apela tanto para a união do país em torno da seleção. E os recentes resultados - quatro vitórias e um empate nos últimos cinco amistosos - transformaram o que era sonho distante em realidade possível. Os sul-africanos, sejam jogadores ou torcedores, vão a campo nesta sexta-feira com fé na classificação para a segunda fase. E, pela primeira vez, como centro das atenções de um Mundial.

- Se ganharmos do México nossa confiança aumenta e aí ninguém segura mais. Precisamos entrar em campo relaxados, aproveitar o jogo, nos divertir. Os jogadores têm autorização para criar, fazer lances de efeito, porque a habilidade é nossa maior qualidade - destacou Parreira.

O problema é que do outro lado está o México, time mais técnico da chave, segundo o próprio Parreira. O México é reconhecidamente superior, mas sabe que o jogo pode se igualar ou até mesmo se inverter graças à arquibancada e ao espírito dos anfitriões. A tática, então, é minimizar a desvantagem do mando de campo.

- No final das contas são 11 contra 11 e uma bolinha no meio durante 90 minutos. Chegamos em nosso ponto alto, em todos os sentidos, e com a confiança de que este será um grande dia para o México. Estar na abertura de uma Copa é uma oportunidade única e estaremos à altura disso. É uma grande festa da qual queremos ser protagonistas - disparou o técnico Javier Aguirre.

Serão quase 90 mil pessoas no Soccer City. Tanta gente que a organização vai antecipar a abertura dos portões para seis horas antes da partida, com medo que o engarrafamento atrase a chegada da torcida. A cerimônia de abertura começa duas horas antes do jogo, às 9h (de Brasília). O ex-presidente Nelson Mandela, aos 91 anos, mesmo com saúde frágil, é esperado na festa. Maior ídolo do país, o homem que trouxe a África do Sul até aqui faz questão de ter de perto a vista gloriosa de uma Copa do Mundo. De novo, fica difícil pensar que este será apenas mais um jogo de futebol. Ao abraçarem sua seleção nas ruas de Joanesburgo, na quarta-feira, 200 mil sul-africanos deram o tom do que será este Mundial: barulhento e marcante como o som da vuvuzela.

- Nós estamos felizes de ver como o futebol está fazendo sua parte para unir este país. Não exijo vitórias dos meus jogadores, mas que eles deixem tudo em campo para orgulhar o país - afirmou Parreira.

Fonte: Globoesporte.com
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Seja bem-vinda Copa do Mundo...



Épico, histórico, incrível, lindo, inesquecível. Esses adjetivos, e muitos outros, usaremos para falar do 11 de junho de 2010. Quando as primeiras palavras em xhosa do hino sul-africano (Nkosi Si'kelele iafrica...) ecoarem no Estádio Soccer City, pouco depois das 11h desta sexta-feira, o esporte estará celebrando uma pequena vitória do experimento humano. Esse bicho estranho, que aqui na África se ergueu sobre duas patas há milhares de anos - e tantas vezes caiu, semeou miséria, plantou destruição. E tantas vezes se levantou, como se sua vocação para redenção fosse elástica - e invencível.

Quando Nelson Mandela entrar no estádio, diante dos olhares marejados e eufóricos de 94 mil pessoas de todas as etnias e tantos idiomas, para abrir a Copa do Mundo – o primeiro jogo já estará ganho. Quando ouvirmos os gritos de “Madiba”, o carinhoso apelido de Mandela, a taça moral já estará na casa dos sul-africanos. O que viveremos depois será… bom, será a continuação do filme. Ou de muitos filmes.

Foi no Soccer City que Mandela fez seu primeiro discurso após deixar a prisão em 1990. Foi ali também que se realizou o funeral de Chris Hani, líder negro assassinado em 1993. Um crime que, não fosse por Mandela, poderia ter gerado uma guerra civil no país. Foi num 11 de junho que Mandela foi condenado à prisão em que passou 27 anos. Quanta história, ou quantas histórias, não trará Madiba nos ombros – e quantas vidas salvas não estarão presentes em seu amplo sorriso? O mais pessimista dos céticos haverá de sentir um arrepio, o mais distante dos cínicos não ficará imune. A Copa que começa no Soccer City, esse majestoso vaso de barro calabash em forma de estádio, não é apenas mais uma Copa.

Um jogo, sim, haverá um jogo – entre África do Sul e México – e sob o ensurdecedor ruído das vuvuzelas. Será o pontapé inicial de mais uma festa do futebol – sob olhares do mundo inteiro..

Mas essa Copa é mais que esportiva, disputada num país como nenhum outro. Sua realização aqui, menos de 20 anos depois do fim do apartheid, é um gol humanamente planetário.

Um gol que sublima politicagens, cartolas e superfaturamentos. Um gol que une brancos, negros e coloridos. Em nenhum lugar, o racismo foi tão abjeto – e em nenhum lugar uma mudança radical foi tão pacífica. Aqui, a revolução reuniu seus filhos em vez de devorá-los. Sim, muitas feridas do apartheid ainda estão abertas. A África do Sul segue um país desigual, violento e repleto de problemas. A pobreza continua tendo cor. O rancor não desapareceu. Os brancos continuam vivendo em bairros melhores. Mas, bom, fazem apenas 20 anos.

Mandela mesmo disse - após escalar uma montanha, descobrimos que existem muitas outras. A 19ª Copa passará, como todas passam. Mas nas ruas de Joanesburgo, de Durban, da Cidade do Cabo, em Soweto ou em outras antigas cidades-dormitório, a eletricidade é evidente. A alegria e o orgulho são evidentes. A etiqueta da vergonha deixou o passaporte sul-africano. Em duas décadas, a África do Sul reescreveu sua história – e hoje, vestidos de verde e amarelo – os sul-africanos vislumbram ouro no fim do arco-íris racial.

Começamos a viver futebol, respirar futebol, almoçar futebol – nós, brasileiros, mas não apenas. A festa da bola paralisa países, cria modas, promove celebridades instantâneas. Hoje, porém, antes do frenesi, da alegria, da tensão esportiva que gera heróis súbitos e vilões inapeláveis, o mundo vai parar, aplaudir e celebrar um negro de 1,83m, com seus cabelos brancos e 91 anos. Quando Nelson Rolihahla Mandela entrar em cena, talvez seja pela última vez.

No continente em que deixamos as cavernas, berço da humanidade, estaremos emocionados por Mandela - pois sabemos que, no fundo, ele representa o que há de melhor no gênero humano. Talvez estejamos vendo sua derradeira aparição pública - ou penúltima porque ele disse que vai voltar para a final. Abrir a Copa do Mundo será mais um típico momento Mandela - um pequeno gesto com enorme significado. Como quem escreve o epílogo de sua obra, Mandela repetirá duas palavrinhas em soto: Ke Nako. Chegou a hora. Chegou a hora da África.

Fonte: Globoesporte.com
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Mais um corte: Federação Portuguesa anuncia que Nani está fora da Copa


Problema de última hora para o técnico Carlos Queiroz: o atacante Nani, do Manchester United, da Inglaterra, sofreu uma lesão no ombro esquerdo e foi cortado do grupo que vai disputar a Copa do Mundo. A informação foi divulgada no site oficial da Federação Portuguesa de Futebol. Rúben Amorim, do Benfica, já foi chamado pelo treinador e tem viagem marcada nesta terça-feira para a África do Sul. O meia estava de férias com a família em Dubai, nos Emirados Árabes, quando recebeu a notícia da convocação.

Nani passou por um exame na manhã desta terça para saber a gravidade do problema. O diagnóstico concluiu que ele não está apto.

- Na sequência do traumatismo, envolvendo a clavícula esquerda, sofrido pelo jogador Nani e após avaliação diária da evolução da lesão, com a realização de exames complementares, concluímos pela inaptidão competitiva do referido jogador. O dossiê médico será apresentado ao Departamento Médico do Manchester United FC - informou a Federação.

Antes mesmo da confirmação do corte de Nani, a impresa portuguesa divulgou que Rúben Amorim recebeu o chamado de Queiroz e embarcaria o mais breve possível para a África do Sul. Ainda nesta terça, Portugal faz seu último jogo de preparação antes da Copa, com Moçambique, às 11h30m (de Brasília). Nani estava cotado para ser até titular no amistoso.
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Brasil goleia Tanzânia em último jogo antes da estreia na Copa. Ramires e Robinho se destacam



A seleção brasileira terminou a fase de amistosos antes do Mundial como esperava. O risco de perder um atleta por lesão, que tem assombrado várias seleções pré-Copa, foi superado. Apesar da fragilidade, a Tanzânia exigiu do time de Dunga em alguns instantes e ainda quebrou uma série de cinco jogos do Brasil sem sofrer gols.

E a goleada imposta sobre o time local nesta segunda-feira, por 5 a 1, em Dar es Salaam, apresentou um Brasil com nova cara no 2º tempo, cuja formação explorou a velocidade e ofereceu a Dunga reflexões sobre possibilidades para o setor.

O técnico Dunga se certificou de que uma formação mais veloz (com Ramires e Daniel Alves), utilizada no segundo tempo do amistoso, poderá servir de opção para alguns momentos na Copa do Mundo.

Ainda a estratégia de evitar lesões à véspera da Copa foi levada à risca pela seleção. Julio Cesar sequer seguiu com o elenco para o amistoso. No amistoso desta segunda, os atletas da seleção buscavam fugir de divididas. Mas a Tanzânia ignorou a precaução do adversário em algumas ocasiões.

Em jogada típica de Kaká, arrancada com bola rumo ao ataque, o camisa 10 da seleção sofreu entrada violenta por trás, de Nizar, nos minutos finais do primeiro tempo.

Caído, Kaká colocou a mão sobre o tornozelo direito, mas destacou não ter havido gravidade na jogada. Foi apenas susto. “Foi só pancada mesmo. Existe a preocupação de ser algo mais grave. Depois vamos falar com o time deles para ter tranquilidade”, disse Kaká.

Em casa, a Tanzânia iniciou a partida ameaçando a seleção brasileira com duas jogadas de ataque. Sobrava vontade para os tanzanianos. Robinho, porém, abafou a animação dos rivais. No primeiro lance ofensivo da equipe nacional, o atacante recebeu passe de Kaká e chutou cruzado, abrindo o marcador, aos 10 min.

Os jogadores da Tanzânia reclamaram, alegando que Robinho ajeitou a bola com o braço. O auxiliar chegou a acusar irregularidade, mas abaixou a bandeira logo em seguida.

A Tanzânia fez nos primeiros 30 minutos de jogo aquilo que o Zimbábue não conseguiu durante todo amistoso anterior com a seleção. Juan, Lúcio e Gomes foram de fato “testados” pelo ataque tanzaniano. Sempre pela direita, a Tanzânia apresentava rápido toque de bola, maior entrosamento e chegada à área. No entanto, a equipe local errava na pontaria.

Kaká, Luís Fabiano e Elano foram figuras discretas no primeiro tempo. Robinho chamou a responsabilidade. O atleta do Santos ampliou para a seleção, marcando seu segundo gol no amistoso ao aproveitar cruzamento de Michel Bastos.

O fôlego da Tanzânia se esgotou rapidamente. O time local havia atuado 25 horas antes pelas eliminatórias da Copa Africana de Nações, quando perdeu para Ruanda. Cansado, Erasto, por exemplo, foi substituído aos 35 min da etapa inicial.

Após o intervalo, o domínio da seleção brasileira foi completo. Maicon, Kaká e Luís Fabiano desperdiçaram chances de gols. Já Ramires foi preciso logo na primeira vez que foi acionado. O meio-campista anotou o terceiro gol da seleção em jogada individual, se infiltrando na área.

Ramires, aliás, entrou na vaga de Felipe Melo, mudando o desenho tático da seleção. O time ganhou em velocidade, melhorando na saída de bola com a presença de um jogador de característica ofensiva como volante. Pela esquerda, Gilberto atuou mais à frente, próximo ao ataque.

Como fez ao longo da preparação, Dunga utilizou o lateral Daniel Alves como meia, explorando a velocidade do jogador do Barcelona. A rotação aumentou com a entrada de Nilmar, na vaga de Luís Fabiano.

Com o peito, Kaká aumentou a goleada sobre a Tanzânia. Desgastados, os atleta da Tanzânia já não esboçavam mais contragolpes. Mesmo assim, conseguiram um gol de honra.

Aziz, que havia acabado de entrar, descontou para Tanzânia, aos 41 min do segundo tempo, entrando para história do futebol local. Nos acréscimos, Ramires fez o quinto da seleção brasileira, de cabeça, após cruzamento de Daniel Alves.

Foi o último capítulo da preparação para a grande missão na África do Sul. A seleção estreia na Copa do Mundo no dia 15, às 15h30 (horário de Brasília), contra a Coreia do Norte, em Johanesburgo, pelo Grupo G.

TANZÂNIA 1 X 5 BRASIL

Data: 07/06/2010, segunda-feira
Horário: 12 horas (horário de Brasília)
Local: estádio Nacional, em Dar es Salaam (Tanzânia)
Árbitro: Mohammed Sseggonga (Uganda)
Auxiliares: Desire Gahungu (Burundi) e Felicien Kabanda (Ruanda)
Cartões amarelos: Felipe Melo (BRA), Kelvin (TAN)
Gols: Robinho, aos 10 minutos e aos 33 min do primeiro tempo, Ramires, aos 7 min e aos 47 min do segundo tempo, Kaká, aos 30 minutos, Aziz, aos 41 min do segundo tempo

Tanzânia
Muhawari; Shamdrack (Kanoni), Kelvin, Haroub e Stephano, Abdulhahim (Aziz), Erasto (Bakari), Ngassa (Tegete) e Nizar; Mgosi (Bocco), Kigi (Naftali)
Técnico: Márcio Máximo

Brasil
Gomes; Maicon, Lúcio (Luisão), Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva (Josué), Felipe Melo (Ramires), Elano (Daniel Alves) e Kaká; Robinho e Luís Fabiano (Nilmar)
Técnico: Dunga

Fonte: UOL
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Reservas da Itália ficam no empate com a Suíça em Genebra. Behrami se machuca e pode ser cortado.

Com o time B, a Itália dessa vez não decepcionou. Sem jogar um grande futebol, a Azzurra ficou no empate por 1 a 1 com a Suíça, neste sábado, em Genebra, no último amistoso de ambos antes da Copa do Mundo. Inler e Quagliarella foram os autores dos gols.


O resultado lembra campanhas pré-Mundiais dos italianos de 1982 e 2006, quando também ficaram na igualdade pelo mesmo placar com os suíços em Genebra, e levaram o caneco posteriormente. A seleção da Terra do Chocolate perdeu o meia Behrami, que sentiu lesão na coxa e preocupa.

A Itália deu a impressão de que iria decepcionar logo no início. Aos 9, Inler avançou pela intermediária, cortou Montolivo e bateu de esquerda, com força. Marchetti, que substituía Buffon, não alcançou.

A resposta veio em seguida em lance inusitado. Aos 14, Montolivo cruzou, Senderos afastou mal e, de cabeça, Quagliarella completou. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.

O jogo seguiu truncado, com raras chances e muitas substituições no segundo tempo. Uma delas foi forçada. Aos 12, Behrami caiu sozinho e levou a mão à coxa. Suspeita-se de lesão muscular e o risco de o meia do West Ham ser cortado existe.

Mesmo com alguns titulares em campo, a Itália não conseguiu mexer no placar. Resta se apegar à coincidência estatística.

Confira as escalaçoes:

Itália: Marchetti, Maggio, Bocchetti, Chiellini, Zambrotta (Criscito); Gattuso (Iaquinta), Palombo (De Rossi), Montolivo; Cossu (Pepe), Pazzini (Gilardino), Quagliarella (Di Natale). Técnico: Marcello Lippi.

Suíça: Benaglio (Woelfi); Lichtsteiner, Grichting, Senderos, Ziegler (Magnin); Fernandes (Shaqiri), Huggel, Inler, Behrami (Barnetta); Nkufo (Derdyk), Frei (Yakin). Técnico: Ottmar Hitzfeld.

Fonte: globoesporte.com
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Nigéria corta Mikel, do Chelsea, por lesão no joelho e convoca atacante do Sochaux

O meio-campista nigeriano Mikel John Obi não disputará a Copa do Mundo da África do Sul. Segundo a Federação Nigeriana de Futebol, a lesão de joelho, que o tirou das partidas do Chelsea desde abril e de dois amistosos da seleção, ainda incomoda e o jogador preferiu não arriscar a recuperação disputando o Mundial.

Para seu lugar, o técnico dos nigerianos, o sueco Lars Lagerback, convocou Brown Ideye, do Sochaux. O jogador estava na pré-lista dos 30 convocados, mas não se apresentou à seleção para os treinos do time na Inglaterra por problemas de visto. Ideye nunca jogou pela seleção principal.

"Cortamos Mikel porque ele disse que não quer colocar sua carreira esportiva em risco. Ele ainda precisa de tempo para se recuperar da operação no joelho", explicou o chefe da delegação nigeriana, Emmanuel Attah.

O jogador do Chelsea, de 23 anos, será substituído por um dos sete jogadores que foram descartados da lista inicial da Nigéria. Mikel é o terceiro jogador do time inglês a deixar a Copa da África por lesão. Antes dele, o alemão Michael Ballack e o ganês Michael Essien já estavam fora - o marfinense Didier Drogba, com um braço quebrado, pode ser o quarto.

A Nigéria está grupo B, ao lado de Argentina, Grécia e Coreia do Sul.

Fonte: UOL Esporte
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Robben pode ser a nova baixa da Copa do Mundo: machucado ele não embarca com a Holanda para a África do Sul

A Holanda aplicou uma goleada de 6 a 1 na Hungria, em amistoso disputado neste sábado. Porém, o desempenho positivo foi ofuscado pela lesão do atacante Arjen Robben, que deixou o campo com um problema num tendão da perna esquerda. Em consequência disso, o jogador não embarcará, ainda neste sábado, com a delegação holandesa para a para a África do Sul.

- Não faz sentido para ele voar - disse o técnico Bert van Marwijk, imediatamente após a partida.

Robben, que tinha acabado de marcar um belo gol no amistoso, se machucou sozinho em um lance bobo, quando tentou dar uma letra com o calcanhar (assista ao video). O jogador foi encaminhado para um hospital de Amsterdã, para realizar exames. Porém, como o local da lesão estava inchado, ele só poderá ser examinado neste domingo. Bert van Marwijk não quis pensar em um possível substituto para Robben e preferiu esperar mais um pouco.

- Não pensei em chamar um substituto. Temos até 24 horas antes da estreia (Dinamarca, dia 14) para chamar alguém, por isso, vamos aguardar - explicou o treinador.
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África do Sul vence Dinamarca e enlouquece a torcida

A África do Sul foi superior. Criou mais jogadas, se movimentou melhor, esteve sempre mais perto do gol. A Dinamarca, com a ressalva de que estava desfalcada, deu sinais de que corre o risco de não ir longe no Mundial.

Os Bafana Bafana fazem sua estreia na Copa do Mundo na próxima sexta-feira, dia 11, contra o México. A seleção comandada por Carlos Alberto Parreira está no grupo A, ao lado ainda de Uruguai e França. A Dinamarca, integrante do Grupo E, com Holanda, Japão e Camarões. O primeiro jogo é no dia 14, diante da seleção europeia.


Só faltou o gol para Teko Modise, o camisa 11 da África do Sul, jogador do Orlando Pirates. De resto, teve tudo. Movimentação, velocidade, dribles, cabeceio perigoso e chute a gol. E ginga. Acima de tudo, teve rebolado. Quando ele parou na frente de um dinamarquês todo durão e jogou a bola para um lado, mexeu o corpo para outro, dançou no melhor jeito sul-africano, o estádio vibrou como se o meia-atacante tivesse feito um gol.

A África do Sul foi superior à Dinamarca no primeiro tempo. Mesmo com a discrição de seu principal destaque, Steven Pienaar, que defende o Everton, da Inglaterra, os Bafana Bafana jogaram melhor do que os nórdicos. Os visitantes não tiveram o goleiro Sorensen e o atacante Bendtner, lesionados. E mostraram um futebol pragmático, de compactação, de ocupação de espaços. E de uma pobreza técnica triste de ver.

A primeira etapa terminou 0 a 0. Cada uma das seleções mandou uma bola na trave, mas os lances foram anulados por impedimento. A África do Sul teve duas jogadas de perigo e um gol invalidado, também por impedimento.

Mphela garante a vitória

Foi aos 30 minutos, quando o jogo já avisava que ficaria mesmo no 0 a 0, que Mphela, o camisa 9, recebeu dentro da área e bateu cruzado, forte, para dar a vitória à África do Sul. O estádio entrou em delírio. As vuvuzelas ganharam sopros ainda mais fortes. Os atletas, dentro de campo, em meio à euforia coletiva, sentaram no chão e fizeram uma dança.

O curioso é que a África do Sul caiu um pouco de rendimento no segundo tempo. A Dinamarca não melhorou, mas teve chances de marcar, em jogadas laterais. Os Bafana Bafana apostaram na velocidade. E encontraram o gol assim, depois de uma série de substituições nas duas equipes.

Os últimos minutos foram de festa, com a torcida cantando o Shosholoza, espécie de hino de louvação ao trabalho. E agora é isso mesmo que acontecerá com os sul-africanos: ao trabalho, porque a Copa já vai começar.

Fonte: globoesporte.com
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França perde da China e decepciona mais uma vez

Depois da derrota da Itália na véspera, mais uma seleção campeã mundial sofreu um revés em amistosos preparatórios para o Mundial. Em uma despedida melancólica de sua torcida, nesta sexta-feira, a França foi derrotada pela China, que não vai à África do Sul, por 1 a 0, gol de falta de Zhuoxiang aos 23 minutos do segundo tempo. O jogo foi disputado nas Ilhas Reunião, território francês que fica ao sudeste do continente africano, onde a equipe de Raymond Domenech faz sua preparação para a Copa.

O melhor jogador da partida foi, sem sombra de dúvidas, o goleiro chinês Zeng, que fez uma série de defesas importantes durante os 90 minutos de jogo.

A França começou o jogo com o domínio das ações, e logo a um minuto Malouda quase abriu o placar com um chute cruzado. Como uma prévia do que estava por vir, o arqueiro da seleção asiática impediu o gol.



Depois disso, a China equilibrou as ações, e as melhores chances da França, que teve o seu setor ofensivo com três atacantes em tarde apagada, vieram através do zagueiro Gallas. O jogador do Arsenal teve um gol anulado, e levou muito perigo nas bolas aéreas.

Com Henry e Valbuena em campo, o rendimento francês melhorou no segundo tempo, mas Zhuoxiang surpreendeu o goleiro Lloris com uma cobrança de falta cheia de efeito.

Logo após o gol, a França imprensou o rival em busca do empate. Zeng salvou a China em chute à queima-roupa de Henry e em cabeçada perigosa de Gourcuff. A pressão francesa foi até o último segundo, quando a zaga chinesa salvou um bate e rebate na pequena área.

A torcida francesa não teve outro jeito a não ser deixar o estádio decepcionada pelo resultado. E Raymond Domenech, novo recordista, com seu 76º jogo no comando da seleção, vai chegar à África do Sul pressionado pelos resultados inexpressivos nos últimos amistosos pré-Copa: Costa Rica (2 a 1), Tunísia (1 a 1) e China (0 a 1).

A França jogou com: Lloris; Sagna (Réveillère), Abidal, Gallas e Evra; Toulalan, Gourcuff e Malouda (Diaby); Govou (Valbuena), Anelka (Henry) e Ribery (Gignac).

A delegação azul viaja para a África do Sul neste sábado. Na próxima sexta-feira, dia 11 de junho, a seleção dirigida por Domenech estreia no Mundial contra o Uruguai na Cidade do Cabo.
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Os cartazes da Copa do Mundo




Fonte: globoesporte.com
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Ainda existem esperanças para Drogba: com lesão semelhante, Lahm fez parte da seleção alemã na Copa 06.

Didier Drogba tem um alento para ainda sonhar em participar da Copa do Mundo. Em 2006, poucas semanas antes da estreia, o lateral-esquerdo alemão Philipp Lahm sofreu um problema semelhante no cotovelo esquerdo e pôde participar do Mundial graças a uma proteção colocada pelos médicos no local lesionado.

A diferença é que o ala teve um rompimento parcial dos ligamentos cotovelo. Já o centroavante fraturou um dos ossos que ligam a região, o que pode necessitar de um período maior de recuperação.

A participação de Lahm na Copa da Alemanha prova que é possível uma rápida recuperação. Ele se lesionou em um jogo treino contra o Luckenwalde, time amador da Alemanha. A operação foi realizada em 17 de maio. Em 9 de junho, o ala estava em campo com sua seleção na abertura do Mundial.

A lesão, aliás, parece não ter atrapalhado o desempenho dele. Lahm foi um dos destaques da Alemanha, terceira colocada. O jogador marcou um gol e, de quebra, entrou para a seleção do Mundial.

Os médicos terão de correr contra o tempo para colocarem Drogba em ação. A Costa do Marfim estreia no torneio dia 15 de junho, contra Portugal, pelo Grupo G, que ainda tem Brasil e Coréia do Norte.

Fonte: globoesporte.com
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